quinta-feira, 13 de dezembro de 2007

Sinal de fumaça

A autora deste blog não comemorou os 110 anos de Belo Horizonte ao vivo. Por duas semanas, abandonou o tutu mineiro no cardápio. Anda consumindo pizza de calabresa e marguerita, dividindo a calçada das ruas com admiradores de Papai Noel no Bank Boston e atravessando a Rebouças congestionada dentro de algum ônibus lotado da SPTrans. Já contraiu um resfriado, mas procura não se deixar contaminar pelo estresse frenético do vírus natalino – tão presente na cidade cinza.

Enquanto isso, já participou de um evento sobre Jornalismo Cultural no Itaú Cultural, com relato registrado no site Cultura e Mercado.

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Para afastar as moscas por aqui, aproveito essa rápida passagem para postar um trecho de trabalho estampado na edição de novembro do Suplemento Literário, uma publicação mensal da Secretaria de Estado de Cultura de MG. O autor e artista plástico Marcos Benjamin verbaliza algumas percepções minhas sobre o mundão que existe além deste núcleo paulistano.


A USP não é o meu país
A Folha de S.Paulo não é o meu país
Nenhuma universidade é o meu país
Nenhuma curadoria
Nenhum Novaiorque
Define o perfil do meu país
O meu quintal é o meu país

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A universidade bebe leite
do caminhão
Eu vou direto na vaca.

Um comentário:

ludmila ribeiro disse...

inda bem que esse brasil é bem grande e as fontes a gente descobre e recria!
jujuju que não foi na temporada pernambucana em beagá já voltou pra cá?