terça-feira, 2 de dezembro de 2008

Então é Natal



Como num grande espetáculo de sincronia, a segunda-feira descortinou uma cidade com luzes coloridas, penduricalhos, enfeites desengonçados e algumas barbas brancas. Durante as noites, a praça da Liberdade vira uma atração turística mais requisitada que as monumentais obras de Niemeyer. Crianças, velhos e casais de namorados rompem a barreira de policiais para comprar maçã do amor e pipoca dos ambulantes.

A lei não consegue barrar manifestações de um povo que, às vezes, sabe dar as costas para o ritmo frenético da metrópole.

Um comentário:

Patrícia disse...

ai, o cheiro de pipoca. como era mesmo? (saudade demais)