segunda-feira, 26 de novembro de 2007

Não tem japonês trás de mim

Minas não foi a terra eleita pelos orientais que aportaram no Brasil. Não há bairros ou comunidades de japoneses ou chineses. A cena de uma turma de Exatas no cursinho Etapa, na Vergueiro, é inimaginável por aqui. Uma visita ao bairro da Liberdade deve ser, por esses motivos, imperdível aos mineiros turistas em Sampa.

Entre os poucos orientais que dizem “uai”, está a família responsável pelo disputado restaurante San Ro, no bairro Funcionários. Os sites de Guia de BH dizem que a casa é “especializada em culinária taiwanesa”, mas aposto que os donos não se incomodam em ampliar o menu com itens como creme de abóbora com milho, arroz integral, salada, frango xadrez, sushi...

O fato é que a visão do dragão feito com cenoura crua somada ao paladar a la shoyo, ao cheiro de chá de jasmim e à música instrumental satisfazem plenamente os sentidos de uma paulista ávida por olhinhos puxados.

Um comentário:

Gustavo Hennemann disse...

Grande Julinha!
Como tá? Passei aqui pra dar um oi. Eu to por Santa Maria de novo. Também mantenho um cantinho na internet (polipoliticus.blogspot.com). Quando puder, passa lá.
E aí, que anda fazendo? Que tal Minas? Tá gostando?
Gostei do título desse post. Me remeteu à música do Chico, Bye Bye Brasil.
Até.